A categoria docente do SESI-SP enviou um recado claro ao...
A categoria docente do SESI-SP enviou um recado claro ao patronal na noite de quarta-feira, 26 de março. Durante a Assembleia Estadual Unificada, professores e professoras rejeitaram a contraproposta apresentada pela instituição e aprovaram, por ampla maioria, o Estado de Greve. A decisão marca o início de uma mobilização intensificada em todas as unidades, sinalizando que a proposta atual não atende às necessidades básicas dos profissionais.
A contraproposta patronal foi considerada insuficiente diante da realidade econômica e do desgaste da categoria. Os professores definiram uma pauta mínima que estabelece o reajuste de 5% como o patamar básico para a continuidade das conversas. Além do índice salarial, a valorização das condições de trabalho e o respeito aos direitos históricos são pontos inegociáveis.
O Estado de Greve é um instrumento legítimo de pressão sindical. Ele indica que a categoria está em alerta máximo e pode paralisar as atividades caso não haja um avanço significativo nas negociações. Não é ainda uma greve decretada — é um sinal de que a categoria está unida e disposta a ir até onde for necessário.
Sem a participação ativa de cada docente no chão da escola, as conquistas tornam-se muito mais difíceis. A história do movimento sindical ensina que o avanço nos direitos só acontece quando há unidade e pressão coletiva.
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O Sinpro Rio Preto garantiu um avanço significativo para a categoria: o reajuste salarial na Educação Básica 2026 contempla a reposição integral da inflação acumulada, somada a um aumento real de 1,5%. A conquista é fruto da mobilização sindical e assegura a manutenção do poder de compra dos professores da rede privada. O índice é resultado das negociações da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da Educação Básica 2026, que abrange professores de escolas particulares de São José do Rio Preto e região.
A garantia de um aumento acima do índice inflacionário é considerada uma vitória estratégica para o Sinpro Rio Preto. Em um cenário econômico desafiador, conseguir o aumento real de 1,5% reforça a importância da união da categoria em torno do sindicato para a preservação de direitos e a valorização da carreira docente.
As instituições de ensino devem aplicar os novos valores imediatamente. De acordo com as normas vigentes, as escolas têm até o 5º dia útil de abril para efetuar o pagamento dos salários já reajustados. É fundamental que o professor confira atentamente seu holerite para verificar se os índices do reajuste salarial na Educação Básica 2026 foram aplicados corretamente.
Caso a escola não cumpra o prazo de pagamento ou não aplique o reajuste acordado, o docente deve entrar em contato imediatamente com o sindicato. O Sinpro Rio Preto garante o sigilo do denunciante e atua diretamente na fiscalização junto à instituição de ensino.
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O SINPRO Rio Preto e Região convoca a categoria para o estado de alerta máximo diante da proposta do SEMESP 2026 para a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A proposta apresentada pelo sindicato patronal não é uma negociação, mas um projeto de desmonte de direitos consolidados por décadas de luta sindical.
O SEMESP — Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo — é a entidade patronal que representa as faculdades e universidades privadas na negociação da CCT. A Convenção Coletiva de Trabalho é o acordo que define salários, benefícios e condições de trabalho dos professores do Ensino Superior privado em São José do Rio Preto e região.
A patronal propõe transformar investimentos em formação e saúde em custos para o docente. Entre os pontos mais graves, destacamos:
O SEMESP quer reduzir a bolsa de estudos de 100% para apenas 70%. Além disso, pretende excluir totalmente o curso de Medicina do benefício e limitar o professor a apenas uma bolsa de graduação.
A obrigatoriedade do plano de saúde seria restrita apenas a quem cumpre 40h semanais. Para os demais, a proposta prevê um "auxílio-saúde" de apenas R$ 200,00 — valor insuficiente para qualquer plano no mercado atual.
A estabilidade pré-aposentadoria seria cortada pela metade, caindo de 24 meses para apenas 12 meses, com exigência de maior tempo de casa (5 anos).
A proposta autoriza o trabalho aos domingos sem o pagamento de 100%, caso haja folga compensatória, ignorando o direito ao convívio familiar.
O SEMESP quer instituir o "ponto por exceção", o que dificulta o controle real da jornada e o pagamento de horas extras.
O Sinpro reafirma seu compromisso: não aceitaremos retrocessos. A categoria precisa estar unida para barrar essa tentativa de precarização. Fique atento às próximas assembleias e comunicações oficiais do sindicato.
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